Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de abril de 2016

Esse tal de ''yaohu''

Esse tal de ''yaohu''


Esse tal de ''yaohu'' é uma corruptela e mais outra adulteração (falsificação) do Nome do Criador (YHVH), ou seja, é uma BLASFÊMIA! Os eruditos e letrados, de acordo com o Tanakh, preferem o uso das 4 letras latinizadas para designar o nome de ''Elói''(D'us),cujas letras latinas(YHVH) correspondem a forma transliterada de cada uma das 4 respectivas letras hebraicas(יהוה),lidas da direita para a esquerda nesse idioma. Porém, o Nome Puro do Eterno, mais conhecido através do tetragrama (יהוה), NÃO se deve traduzir ou transliterar, para não corrompê-lo e torná-lo impuro, profanando-o, tamanha é Sua Santidade, muito menos pronunciar, ou seja, é Impronunciável; não se faz nem mesmo em ofícios litúrgicos na sinagoga, devendo ser substituído verbalmente pelo perpetuado Título ''Adonay'‘, que tampouco se deve traduzi-lo e que diferentemente das tradições laicas ou seculares, que tendem naturalmente a buscar (de maneira profana), possíveis traduções ou transliterações de Nomes sagrados, dos quais NÃO se devem nem ao menos transliterados.
 Este Nome é tão Sagrado, que Suas vogais foram suprimidas por mãos dos massoréticos, passando a ser utilizadas em lugar Dessas, as vogais pertencentes à expressão ''Adonay'‘, que é um título de Superioridade alusivo a D us e que se traduz literalmente na forma do plural (majestático); não porque D us não seja Único, mas sim, porque D us é o ''Senhor dos Senhores''. Como exemplo semelhante, temos a expressão ''khayay'' (חיי), que ao pé da letra significa ''minha vida’ ‘mas assim como ''Adonay’ ‘ambas se falam e se escrevem no plural. ''Adonay'' também é a forma aglutinada da expressão ''Adon ha Adonim''(Sr.dos Srs.). Se a forma genuína do Nome do Eterno fosse levada a conhecimento universal, facilmente Seria corrompido. E se cogitássemos a respeito deste Nome (YHVH),
Ele seria potencialmente YAHOVEH ''(D'us é/está Presente)'‘, que é o resultado da justaposição do Nome de D us ''Yah’ ‘com o substantivo ''Hoveh''(הוה, הווה), o qual significa ''Presente'' e cujo mesmo, é um dos atributos do Altíssimo; poderia ser também o resultado da contração de ambos os termos mencionados acima, (Yah, Hoveh) por regra de elisão (A ou E+O=O), ou seja, Yah+Hoveh=Yoveh, isto é, teríamos a forma fonética YO­VEH.
 Mas isso seria apenas meras especulações em torno do Nome de ''HaShem’ ‘não sendo mais do que teorias. Essas ideias e conceitos disparatados relativos ao suposto nome original de D'us, bem como o do ''messias'' que os cristãos conhecem por ''Jesus'', foram e estão sendo propagados costumeiramente pelos fanáticos seguidores dessas seitas fundamentalistas que deturpam e profanam nomes sagrados como, por exemplo, o do profeta Yehoshu’a (יהושוע) =''Josué'', que de acordo com a fonética, lê-se Ye­oshu­a e se escreve (יהושוע / יהושע); em outras palavras...
Os pioneiros da seita fundamentalista também conhecida por suas iniciais MNS, já nos anos 30 nos Estados Unidos da América, ‘a fim de autentificar e legitimar o nome que para eles seria o do ''verdadeiro'' messias, isto é, do jeito que eles pretendiam ou imaginavam, conservaram cuidadosamente o radical (raiz, estrutura) desse pronome hebraico, (Yehoshu'a)­que é a contração do nome do Eterno (YHVH), com a raiz formada pelas letras vav, shin e 'ain (ע, ש, ו)
O Movimento do Nome Sagrado (MNS) é um movimento cristão, inicialmente dentro do Adveníssimo, propagado por Clarence Orvil Dodd a partir de 1930, que pretende se conformar ao seu cristianismo as raízes hebraicas da fé cristã1.
 A melhor distinção conhecida do MNS é a sua defesa do uso do nome sagrado YHWH (יהוה) ­ o Tetragrama ­, isto é, o nome histórico do Deus de Israel, lê preferem sonorizar (conforme cada variação da seita).
Esse movimento (MNS) iniciasse com a "Assembleia de Yahweh" em Holt, Michigan, EUA nos anos iniciais da década de 1930. Os líderes pregavam que um dos membros teria sido visitado por dois anjos que explicou que o nome do Messias corretamente seria Yahshua. Outros líderes das então "Assembléias de Yahweh" se destacaram, como p. ex. Jacob O. Meyer, que posteriormente denominou organização "Bethel", caminhando para a independência e para o alcance nacional (EUA).
 Donald Mansager e vários anciãos separaram-se da "Assembleia de Yahweh" nos anos iniciais da década de 1980, formando a "Assembleia de Yahweh no verbo ''Lehoshiy'a''(להושיע) =salvar'‘, resultando ושע+יה, e modificaram, ou melhor, ADULTERARAM a sua pronúncia. Como já é sabido, através de dados históricos oficiais, sustentados por provas documentais e arqueológicas, comprovou-se que o original, real e único nome da figura conhecida pelos cristãos por ''Jesus’ ‘é YESHU'A (ישוע), nome que por sua vez, originou-se da mesma raiz (letras) YUD, SHIN e 'AIN (ע שׁ י) do verbo ''salvar''. Outra razão pela qual o nome ''Yehoshu'a'' não é a forma original do nome do ''Cristo'‘, é porque a mesma, além de não ser um consenso entre os experts do tema, essa forma era mais amplamente difundida durante o período pré  ­babilônico; trocando em miúdos, a grafia do antropônimo ''Yehoshu'a''(יהושע), de origem hebraica, era basicamente a forma arcaica do nome ''Yeshu'a''(ישוע), que por sua vez, este se originou do dialeto aramaico, falado na época de ''Jesus'' e era como uma espécie de versão sincopada do nome hebraico propriamente dito, sendo mais amplamente difundido no período posterior ao exílio babilônico. Essas falsas doutrinas profanas são entre outras coisas, mas um lixo tóxico ''fabricado, enlatado e importado'' dos EUA, do qual esses coitados ''Maria vai com as outras'' e muitas das vezes tendenciosos, consomem achando cegamente que as mesmas sejam verdadeiras, por PURA IGNORÂNCIA. ...como diz aquele velho ditado... ''nesse mundo de cegos, quem tem um olho é rei''.
Sou historiador, poliglota e formado em ciências sociais pela Universidade Hebraica de Jerusalém e um especialista em civilizações do oriente médio, em especial da história, cultura geral, como também religiosa e linguística do povo judeu. Shalom. Fotos da Linha do Tempo · 26 de agosto de 2014 · Ver no tamanho original · Mais opções Curtir Comentar Compartilhar pt.wikipedia.org · O Movimento do Nome Sagrado (MNS) é um movimento cristão, inicialmente dentro do Adveníssimo, propa… Movimento do Nome Sagrado – Wikipédia, a enciclopédia Messias".
Não creio cegamente, em doutores de hebraico e ainda mais de Jerusalém moderna. O Eterno tem nome próprio. Este, nome está na antiga cidade sagrada, no povo, nós profetas e no seu filho. “E creio que é momento de revelações da parte do próprio Criador, estamos próximos da verdade para santificar o nome do pai, como o messias” mandou” Mateus 6:9por hora fico com Yahuh, aguardamos. claro que tem amiga, veja que criou esse nome... Clarence Orvil Dodd a partir de 1930, que pretende se conformar ao seu cristianismo.
 O mais interessante é que o rolo do mar morto que eles colocam (as testemunhas de Yaohu) esta com "linha" para diagramação! Que manuscrito antigo é esse? É muito bizarro! Pode observar quando você compara com a pedra moabita, preste atenção, pois está bem desenhado os caracteres, tanto é que o tamanho das consoantes não se alteração.
 Infelizmente só os leigos para acreditarem numa barbaridade desses YAOHU! Até e sucesso! Alfabeto é paleohebraico, mas o idioma é o mesmo bom e velho hebraico que temos nas bíblias hebraicas de hoje. Tanto faz estar no alfabeto paleohebraico ou no hebraico. Provas de que o hebraico mudou não existem na historia, nem arqueologia, então me mostre onde na Bíblia diz que mudou é uma língua semítica pertencente à família das línguas afro-asiáticas. ,עברית) O hebraico A Bíblia original, a Torá, que os judeus ortodoxos consideram ter sido escrita na época de Moisés, cerca de 3.300 anos atrás, foi redigida no hebraico dito "clássico". Embora hoje em dia seja uma escrita foneticamente impronunciável, devido à inexistência de vogais no alfabeto Lashon haKodesh ("A ,הקודש לשון hebraico clássico, os judeus têm-na sempre chamado de Língua Sagrada") já que muitos acreditam ter sido escolhida para transmitir a mensagem de .

Deus à humanidade a Eliezer Ben­ Yehuda... Eliezer Yitzhak Perlman, foi o linguista que reconstruiu a língua hebraica no século XIX criando o que conhecemos como o hebraico moderno. Waldecy Bergamo acho interessante, a pessoa segue um salvador que tem um nome hebraico e não segue o hebraico...e vem falar de yahu um site de entretenimento

quinta-feira, 31 de março de 2016

O Messias judeu

O Messias judeu

O Messias judeu e por que ele não é Jesus Os missionários cristãos, como judeus para Jesus, professam que Jesus é o Messias judeu. Por que o judaísmo rejeitou essa alegação por 2.000 anos? O conceito do Messias tem o seu fundamento em nossa Bíblia Judaica, o Tanach, que ensina que todos os seguintes critérios devem ser cumpridos antes de qualquer pessoa pode ser reconhecido como o Messias :
 ● O Messias deve ser f rom da Tribo de Judá e descendente do rei Davi E Rei Salomão O Messias deve ser um membro da tribo de Judá (Gênesis 49:10) e um descendente direto do rei David e Salomão (2 Samuel 7: 12­14; 1 Crônicas 22: 9­10). Genealogia na Bíblia só é passada de pai para filho (Números 1: 1­18). Não há nenhuma evidência de que Jesus realmente tinha esse pedigree, e a Bíblia cristã, na verdade, afirma que ele fez não tem um "nascimento pai" da tribo de Judá, descendente do rei Davi e Salomão (Mateus 1: 18­20.).
● Colheita dos exilados judeus Quando o Messias está reinando como Rei de Israel, os judeus serão ingathered de seu exílio e vai voltar a Israel, sua terra natal (Deut 30:. 3; Isaías 11: 11­12; Jeremias 30: 3, 32:37, Ezequiel 11:17, 36:24). Isto claramente não aconteceu ainda e que ainda aguardam seu cumprimento.
● A reconstrução do Templo Sagrado O Templo de Jerusalém será reconstruído (Isaías 2: 2­3, 56: 6­7, 60: 7, 66:20, Ezequiel 37: 26­ 27; Malaquias 3: 4.; Zc 14: 20­21). O templo ainda estava de pé nos dias de Jesus. Foram destruídos 38 anos depois da crucificação de Jesus e ainda não foi reconstruída.
 ● Worldwide Reign of Peace Haverá desarmamento universal e da paz em todo o mundo com um fim completo à guerra (Miquéias 4: 1­4; Oséias 2:20; Isaías 2: 1­4, 60:18). Guerras têm aumentado dramaticamente em todo o mundo desde o início do cristianismo. 85
● Observância da Torah Abraçado por todos os judeus O Messias reinará como rei em uma época em que todo o povo judeu vai observar os mandamentos Divinos (Ezequiel 37:24; Dt 30: 8,10; Jeremias 31:32, Ezequiel 11: 19­20., 36: 26 e 27). Jesus nunca governou como rei, nem ter todos os judeus abraçaram os mandamentos de Do G­d Torah.
● Universal conhecimento de D'us O Messias vai governar em uma época em que todas as pessoas do mundo virão a reconhecer e servir ao único e verdadeiro Deus (Zacarias 3: 9 8: 23,14: 9,16; Isaías 45:23, 66:23, Jeremias 31:33, Ezequiel 38:23, Salmo 86: 9; Zefir. 3: 9). Este, assim, ainda não aconteceu e aguardamos o seu cumprimento.
● Um Retrato bíblico do Messias Todos esses critérios para o Messias são encontrados em vários lugares na Bíblia judaica. Um exemplo é fundamental no livro de Ezequiel, capítulo 37: 24­28: “24 E meu servo Davi será rei sobre eles, e todos eles terão um só pastor, e andarão nos meus juízos, e guardareis os meus estatutos, e observá-los 25 e eles viverão na terra que dei a meu servo Jacó, na qual vossos pais viveram; e eles viverão lá, eles e seus filhos, e os filhos de seus filhos, para sempre; e o meu servo David será seu príncipe eternamente. 26 Farei uma aliança de paz com eles; será uma aliança eterna, que eu vou dar-lhes; e vou multiplicá-los, e porei o meu santuário no meio deles para sempre 27 e meu tabernáculo estará com eles, e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo. 28 E as nações saberão que eu sou o Senhor que santifica Israel, quando o meu santuário no meio deles para sempre.” Qualquer um pode reivindicar ser o Messias ou um grupo de pessoas pode reclamar que alguém é o Messias. No entanto, se essa pessoa não cumprir todos os critérios encontrados na Bíblia judaica, ele não pode ser o Messias. De acordo com as escrituras cristãs, Jesus parece ter entendido isso. Como ele estava sendo crucificado pelos romanos, ele gritou "Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?" (Mateus 27:46).
● A refutação Christian A fim de lidar com o fracasso de Jesus para cumprir as profecias messiânicas bíblicos, os missionários argumentam que ele vai realizá-los, quando ele retorna no futuro. É importante compreender que esta segunda doutrina vinda é uma admissão de que Jesus não cumpriu os critérios messiânicos.
Este zação racionamento por seu fracasso certamente fornece nenhuma razão para aceitá-lo como o Messias hoje. Além disso, a Bíblia judaica não tem um messiânico "parcelamento", aonde o Messias vier falhar em sua missão, e depois retorna milhares de anos depois de finalmente ter sucesso.
Os missionários afirmam que, porque Jesus fez milagres, ele deve ser o Messias. No entanto, nós não temos nenhuma evidência real de que Jesus realmente realizou nenhum milagre. Mais signific­antly, mesmo que Jesus fez milagres, eles não provam que ele era o Messias. Nossa Bíblia nunca diz que vamos ser capazes de reconhecer o Messias através dos milagres que ele vai fazer. A Torá realmente ensina que mesmo os falsos profetas podem ter a capacidade de fazer milagres sobrenaturais (Deut 13:. 2­6).
● O Verdadeiro Messias Nós, judeus, preferem esperar a "coisa real" de acordo com as promessas e as diretrizes de D'us. A Bíblia judaica fornece uma descrição clara e consistente do que o mundo olhará como quando o Messias vier e isso tem claramente ainda não transpareceu. Assim, ainda esperamos a vinda do verdadeiro Messias. Ele e um mundo utópico podem vir em breve! 

terça-feira, 29 de março de 2016

'A', Ilu

'A', Ilu

O principal deus dos semitas do Levante foi 'El, ou seja, Deus, palavra semita familiar para nós como um dos títulos do único e verdadeiro Deus da Bíblia. Palavra semita El significa forte, poderosa. É por isso que algum traduz-lo e compreendê-lo dessa forma, o poderoso, o forte, o único com o poder. Ele é chamado o criador de todas as coisas produzidas e pai da humanidade.
'A, é, portanto, o criador original do panteão semita, embora atualmente não tenha uma história ou criação relacionada à área específica desta divindade. 'El, também era o Rei e Cabeça da montagem ou conselho dos deuses, embora ele não seja biologicamente o pai de todos os orixás sob sua soberania. Apesar de sua posição como criador, 'El, era uma divindade bastante inativo.
 É descrito como um velho barbudo e em muitas histórias que foram preservadas, é descrito como sentado em sua sala de estarem na sua montanha, entre os dois rios que são a fonte de oceano do mundo. Apesar de ter sido um pouco distante, e, geralmente, não foi diretamente perto, 'El, forte, poderoso e sábio. Ele também é thoru'Ilu o Deus Touro, identificado com este animal por sua resistência e imutabilidade. Em todas as circunstâncias, 'The preserva sua dignidade. 's nome deus' El ou “Ilu em caracteres hebraicos antigos semitas e, e sua transliteração espanhola”. 'El, no entanto, não é um nome, mas um substantivo comum que tem a forma um título comum para todos os deuses semitas.
O Deus muito real, Senhor, nas Escrituras, também detém este título, 'El, Deus. Mas Deus não é, como se sabe, o nome próprio, mas um dos títulos de Deus: O Senhor é o nome pessoal e próprio de Deus que são, por definição e própria doutrina da Escritura, o Único. “O, era conhecido em todo o Levante, ou seja, na área de largura situada entre o Eufrates e do Tigre, mas era adorado em toda a Mesopotâmia e grandes áreas de Anatólia e através da Arábia, na forma ‘Ilu, que é, basicamente, a mesma palavra”.
 Aparentemente, os hurritas adotou em seu panteão, sob o nome Kumarbi, que é atestada em documentos e monumentos, incluindo a capital hitita, Hattussas, próximo moderna cidade turca de Boghazkoy na Anatólia Central. Enfim, você deve ter apresentar sempre que 'El ou "Ilu, Deus / deus é apenas um substantivo comum, mas um título, nunca um nome, como Baal, Astarote, Dagon, etc Common'El epítetos
• El Toro El / Deus ­ thoru'ilu
• As fontes dos dois rios ­'ilu mabbukê naharêmi em meio
• As fontes de dois oceanos 85 Divas Caires ­'ilu'apigê qirba tihamatêmi
 • pai da humanidade ­'abi'adamu
 • O Criador Criaturas ­ baniyu banawati
• O Ageless que Ele nos criou ­ dordoru dykeninu
 • Clemente, o Merciful'El ­ lutipanu'ilu du pa'idu
• O Rei, o Pai dos anos / horas ­ malik'abi Shanima / shunemi títulos bíblicos incluídos:
 • 'abi'ad = Pai Eterno ". El Eterno ou Deus Eterno, ou o Deus Eterno
• 'el` olam, Deus = / • `Attiq Yomin / yomayya '= Ancião dos Dias Todos estes epítetos refletem claramente que deu esse deus em Ugarit e características atribuídas a ele. Porque há muitas semelhanças no fraseado sobre esta e outras divindades nos documentos de Ugarit, especialistas negado anteriormente que Israel tinha conhecido antes de escrever do século X é usado. BC, agora dizer que todo o pensamento religioso israelita, e até usou os hinos em forma de Salmos, são cópias dos costumes e costumes religiosos ugaríticos. Obviamente, a um e outro não pode suportar a menor atenção, porque não se pode negar que os desenvolvimentos culturais e religiosos que têm pontos de contato no uso da língua entre duas bonitas aldeias vizinhas de e vizinhos e também falam a mesma língua.
O oposto também é supor e considerar as pessoas daqueles tempos como incapazes de expressar exceto em termos de cópia. E, se isso fosse verdade, como provar que os israelitas copiou o ugarítico?
 E se fosse o contrário? E por que não poderia ser de que Israel representou alta cultura que foi objeto de cópia? Afinal, os israelitas saíram do Egito, o berço da mais alta civilização então prevalecente no Levante e, de uma forma ou de outra, as suas realizações, obviamente, desenvolvido a partir da cultura e da civilização egípcia, deve ser objeto de cópia, adaptação e adoção por outros povos da região, especialmente porque o sistema de escrita introduzido na terra de Canaã era muito mais fácil, tanto para escrever e ler e gravar e preservar os sistemas acadiano (aprendizagem que requer uma infinidade de formas e ideogramas personagens estilizados em tabuletas de argila frescos que depois devem ser cozidas em um forno de preservar, e o carro não estava muito certo, dada a fragilidade do material) e egípcios (que exige anos de treinamento e A aprendizagem também enormíssima quantidade de glifos (além de ter papiro, que geralmente vêm de próprio Egito). aprender o sistema israelita precisou de menos de trinta personagens consoantes e poderia ser escrito sobre pele, papiro, em madeira, em tabuletas de argila, ou o que estava disponível, incluindo pedra ou metal, com muito mais facilidade

domingo, 27 de março de 2016

As Contradições Inconciliáveis do Novo Testamento:



As Contradições Inconciliáveis do Novo Testamento:
O Problema da Genealogia de Jesus em Mateus e Lucas Uma das bases da crença religiosa na divindade de Jesus e na sua relação com as profecias do Antigo Testamento é o fato de ele vir de uma linhagem real, afinal, o Novo Testamento parece afirmar que ele descende do Rei Davi. Mas uma análise detalhada da Bíblia mostra que essa afirmação não pode ser feita de forma segura, nem mesmo no âmbito da fé. As Contradições em Lucas e Mateus Nos evangelhos de Mateus e Lucas, existe toda uma genealogia de Jesus, mostrando que ele possui sangue real, sendo descendente de Davi. Mas existe um problema simples nessa história, mas que acaba causando sérios problemas: as duas genealogias não concordam entre si. Mateus leva a regressão da família de Jesus até Abraão, enquanto Lucas regride até Adão (!).
 Bom, à primeira vista isso não representa sérios problemas, afinal, uma genealogia só vai mais atrás ao tempo do que a outra. Nada demais. Agora, confira uma parte do esquema da genealogia em Mateus, depois em Lucas: Mateus: José – Jacó – Eleazar – Matã – Eliud Lucas: José – Eli – Matat – Levi – Melqui
 Essa foi só uma ilustração em que não é de suma importância saber a relação específica entre os indivíduos, mas note que elas diferem mesmo assim. Agora, note outra característica, dessa vez no evangelho de Mateus, que revela outra inconsistência. Já disse aqui que a genealogia de Mateus nos leva até a geração de Abraão;, mas o interessante é que usa marcos significativo da história de Israel, marcando entre cada um deles 14 gerações (Mateus 1:17). Observe: ­ De Abraão a Davi, o maior Rei de Israel (14 gerações).
 De Davi até a destruição de Judá pelos babilônios, a maior tragédia em Israel (14 gerações) ­ Da destruição ao nascimento de Jesus (14 gerações) Analisando criticamente, podemos encontrar uma série de falhas. Mateus usa como uma de suas fontes, a Bíblia hebraica, assim lendo esse livro estará lendo a base de alguns escritos do evangelho de Mateus. Na descrição que vai de Davi até a tragédia provocada pelos babilônios, Mateus deixa alguns nomes de fora que constam no Antigo Testamento.
Além disso, no terceiro marco existem 13 gerações, e não 14. O Significado das Diferenças Quando se trata de diferenças entre versões de textos antigos, devemos levar em conta algumas possibilidades que se encaixam no modo como esses textos eram produzidos. Antes de os copistas altamente qualificados da Igreja Católica assumirem a responsabilidade pela maioria das cópias de textos, eles eram copiados por devotos cristãos e judeus, na maioria das vezes analfabeta. Isso, naturalmente, significa que a probabilidade de essas cópias saírem perfeitas é nula, ou quase isso.
 Aliado a esse fator, temos também o fato de que a atividade de copiar longos textos era uma tarefa cansativa e não raro, acontecia de os copistas pularem linhas, trocarem palavras ou omitirem alguma, mesmo sem querer. Agora, consideremos uma versão modificada dos últimos tipos de erros: muitas vezes, palavras, linhas e trechos inteiros eram omitidos, trocados ou modificados por interesse ideológico do copista. Com base nessas informações, já é possível compreender um pouco melhor o motivo pelo qual a diferença na extensão das genealogias ocorreu. Não é por acaso que a de Mateus vá até Abraão e a de Lucas, até Adão. Responda rápido: quem foi Abraão? Se você pensou suficientemente rápido e corretamente, deve ter respondido que Abraão foi o primeiro judeu, o patriarca do judaísmo. Agora, tente responder rápido quem foi Adão, segundo as religiões monoteístas. Adão foi o primeiro ser humano, e, diferentemente de Abraão, ele não era judeu. Baseado nessas interpretações, você está pronto para esboçar uma explicação.
 A provável razão para essas diferenças é que o evangelho de Mateus – como várias outras partes nos levam a crer – é o evangelho mais pró-judaísmo do Novo Testamento. Portanto, para reforçar o judaísmo de Jesus, ele cria um marco na genealogia do nazareno, que é o fim da genealogia no primeiro judeu, Abraão.
 E em relação a Lucas? Bom, sabemos que Lucas era companheiro de Paulo em suas pregações, portanto, tratasse de um homem que não conheceu Jesus, e que seguia um homem – Paulo – cuja mensagem tentava direcionar o cristianismo à humanidade (gentios), não preferencialmente aos judeus. Assim, a ênfase da genealogia de Jesus em Lucas recai sobre Adão, que é um homem até então sem uma religião específica, para todos os efeitos, um gentio. Isso faz com que o foco do leitor não mais recaia sobre o fato de Jesus ser judeu e pregar para judeus, mas para o teor universal de sua mensagem.
 Agora, sobre as 14 gerações que Mateus faz questão de pontuar, mesmo através de omissões e outras modificações, por que exatamente ele usa o número 14? Por que não 10, por exemplo? O que os teólogos e historiadores que se dedicam a esse ponto em específico concluem é que o número 14 tem relação com o significado do número 7, que para os judeus é um número sagrado. Portanto, 14 são duas vezes sagrado, já que é o dobro de 7. Assim, Mateus quis ressaltar o significado numerológico das gerações no sentido de que a cada 14 gerações um evento importante acontecia, e na última, o evento importante é o nascimento de Jesus. Um Problema Fundamental Por último gostaria de ressaltar um problema que está na nossa fuça o tempo todo, mas de tão óbvio, poucos reparam.

Fui alertado para esse problema há um tempo, mas até hoje penso em como não reparei nisso antes. Trata-se do seguinte: os evangelhos de Lucas e Mateus nos dizem que Jesus é descendente de Davi, e para isso indicam a genealogia de Jesus, tendo como referencial seu pai, José. Mas uma das ideias centrais do cristianismo não é a de que Jesus nasceu de uma virgem, e que seu verdadeiro pai é Javé? Sendo assim, como que Jesus pode ser descendente de Davi por intermédio de José, que não é seu verdadeiro pai? Essa questão parece ser tão perturbadora que os poucos religiosos com os quais conversei sobre isso, não conseguiram me dar uma explicação coerente. E você, o que acha?

sexta-feira, 25 de março de 2016

A História de Chanucá


 A Ocupação Síria Há mais de 2000 anos, o rei selêucida Antiochus III governava Israel. A princípio, ele tratava com bondade os judeus e lhes dava alguns privilégios;, porém quando os romanos o derrotaram, Antiochus forçou os povos de seu império a fornecerem o ouro necessário para pagar os tributos romanos. Seu filho e sucessor, Seleucus IV, continuou a opressão. Porém o pior conflito causado pela ocupação síria de Israel veio de dentro, com o crescimento do poder dos judeus "helenistas", que adotaram a cultura grega idólatra. O Cohen Hagadol, Sumo Sacerdote, Yochanan, previu o perigo dessa influência.
Enfurecidos por essa oposição, os helenistas tentaram fomentar o conflito entre o Rei Seleucus e Yochanan. "Louco!" Logo, Seleucus foi assassinado e seu irmão Antiochus IV tornou-se rei. Um tirano cruel, Antiochus zombava da liberdade religiosa. Era chamado "Epifânio" (amado pelos "deuses"), porém um historiador contemporâneo, Polebius, chamou este rei perverso de "Epimanes", que significa "louco". Esperando impôr uma religião e cultura comuns, Antiochus negou a liberdade religiosa aos judeus, suprimindo a Lei da Torá.
Ele instalou o irmão de Yochanan em seu lugar, o helenista Jason, como ele chamava a si mesmo em grego – que passou a divulgar os costumes gregos no sacerdócio. No entanto, seu amigo helenista Menelau expulsou Jason. Enquanto isso, Antiochus empreendeu uma guerra bem-sucedida contra o Egito. Roma exigiu que ele parasse, e ele cedeu.
 Em Jerusalém, nesse interim, espalharam-se boatos da morte acidental de Antiochus, e o povo se rebelou contra Menelau, que fugiu. Mártires Antiochus soube DA rebelião em Jerusalém; já furioso por ter suas ambições frustradas no Egito, enviou seu exército para atacar os judeus, matando milhares. Emitiu então decretos severos proibindo a religião judaica, confiscando e queimando Rolos de Torá.
Guardar o Shabat, realizar a circuncisão e cuidar as leis dietéticas eram agora castigadas com a morte. Apegando-se à sua fé, milhares de judeus sacrificaram a própria vida.
O que é Chanukah?
Os judeus guardam o feriado por oito dias em honra á vitória histórica dos Macabeus e ao milagre do óleo. A palavra hebraica Chanuká quer dizer "dedicação." No segundo século antes de Cristo, o regime sírio Greco de Antiocus procurava afastar os judeus do Judaísmo com as esperanças de assimilá-los ao helenismo, a cultura Grega.
 Antiocus proibiu aspectos da observância judaica, incluindo o estudo da Torá, o que enfraquecia a fundação da vida e prática judaica. Durante este período, muitos dos judeus começaram a assimilar-se à cultura grega, passando a possuir Matityahu…
Por fim, os soldados de Antiochus chegaram à aldeia de Modi’in. Construíram um altar na praça principal e exigiram que Matityahu, um sacerdote idoso e líder da comunidade, oferecessem sacrifícios aos deuses gregos. Ele recusou, professando a lealdade do seu povo ao pacto de D’us com Israel. Quando um judeu helenista aproximou-se para oferecer um sacrifício, Matityahu agarrou a espada e matou-o. Seus filhos e seguidores mataram muitos invasores e perseguiram os restantes, depois destruíram o altar.
 Matityahu sabia que Antiochus certamente enviaria soldados; então ele e um bando de seguidores fugiram rumo às colinas da Judéia. …e filhos À beira da morte, Matityahu conclamou seus filhos a continuarem sua luta. Um irmão, Shimon "o Sábio", os guiaria; outro os lideraria na guerra, Yehudá, "o Forte" – chamado Macabeu, um acrônimo do hebraico "Mi Camocha Ba’e­lim Hashem" – "Quem é como Tu, ó D’us". Antiochus enviou Apolônio para eliminar os Macabeus.
 Embora maior e mais bem equipado, o exército de Apolônio foi derrotado pelos Macabeus, que agora derrotavam uma tropa síria atrás da outra. Antiochus decidiu mostrar seu poder militar para esmagar o corajoso pequeno bando de judeus. Mais de 40000 soldados sírios foram enviados à luta.
Após uma série de batalhas, os Macabeus venceram! Uma pequena ânfora Em seguida, os Macabeus foram libertar Jerusalém. Tiraram do Templo os ídolos ali colocados pelos sírios. Construíram um novo altar, consagrado a 25 de Kislêv de 3595 (165 AEC). Os sírios tinham roubado a Menorá de ouro do Templo, portanto os Macabeus imediatamente fizeram uma nova, porém de metal menos nobre. Embora o azeite impuro pudesse ser usado para acender a lamparina do Templo se necessário, eles insistiram em usar apenas a única ânfora de azeite com o selo do ultimo Sumo Sacerdote justo, Yochanan.
Aquela pequena e única ânfora, contendo azeite somente para um dia, durou os oito dias, conforme comemoramos todos os anos: os Oito Dias de Chanucá.
Nomes gregos e até a casarem-se com não judeus. Em resposta, um grupo de colonos judeus levou para as colinas de Judéia uma revolta contra esta ameaça para a vida judaica. Liderados por Matitiahu, e mais tarde pelo seu filho "Judá, o Macabeu", este pequeno grupo de piedosos judeus comandaram uma guerra contra o exército sírio. Antiocus enviou milhares de tropas bem armadas para esmagar a rebelião, mas os Macabeus venceram e tiraram os estrangeiros da sua terra. Os lutadores judeus entraram em Jerusalém em dezembro, 164 A.C. O Templo Sagrado estava destruído, sujo e profanado pelos soldados estrangeiros.
Eles limparam o Templo e reinaugurara-lo no 25° dia do mês judaico de Kislev. Quando chegou o tempo de iluminar novamente a Menorá, procuraram no Templo inteiro, mas só encontraram um jarro pequeno de óleo com a autentificarão do Sumo Sacerdote. Milagrosamente, o pequeno jarro de óleo queimou por oito dias, até que um novo suplemento de óleo pôde ser trazido.
Daí em diante, os judeus guardam o feriado por oito dias em honra à histórica vitória e ao milagre do óleo. Hoje em dia, a observância de Chanuká é caracterizada pela iluminação de uma Menorá especial de Chanuká, com oito ramificações (mais uma vela ajudante), e se adiciona uma nova vela acesa todas as noites. Outros costumes incluem girar o dreidel (um pião com letras hebraicas nos lados), comer "comidas oleosas como latkes de batata (panquecas) e sufganiot (sonhos) (geléia donuts), e dar moedas de Chanuká (Chanuká gelt ) ás crianças. No Judaísmo, todos os dias é o dia dos pais e das mães.
 É um dos Dez Mandamentos, próximo do mandamento que nos manda acreditar em D´us e “não matar”. O Talmud diz que está é a mitzvá mais difícil de se cumprir. Mas, o que há de tão especial na mitzvá de honrar os pais? Muitas pessoas pensam que honrar os pais é como se fosse um pagamento pelo que fizeram por nós, como trocar as fraldas e pagar a escola. Actualmente, esta mitzvá foi dada á geração que passou 40 anos no deserto, onde D´us provia todas as necessidades do Povo. Os pais não alimentavam os seus filhos, pois tinham o maná para comer. Os pais não precisavam comprar roupa, pois cresciam com elas e também não havia necessidade de lavar roupas. Entretanto, esta foi a geração que esteve no Monte Sinai e ouviu D´us dizer: “Honre o seu pai e a sua mãe”.
 Aprendemos assim, uma grande lição: que não honramos os nossos pais pelo que nos deram ou porque foram bons pais. Muito além disso, honramos os pais por terem nos dado o presente da vida. Imagine a afogar-se e um estranho o salva. Fica em débito com essa pessoa a vida inteira. Por isso, devemos ser gratos pelos nossos pais, porque nos deram o presente da vida. O Talmud ensina que há três parceiros na formação de uma pessoa: o pai, a mãe e D´us. Se somos gratos aos pais por nos terem dado o presente da vida, então seremos muito gratos a D ´us por criar e sustentar o mundo todo, por nos dar o ar que respiramos, as flores e o solo em que andamos.
 Honrando as pessoas que nos deram a vida, aprendemos a não ser mal-agradecidos e desenvolvemos o valor de fazer bondade ao próximo. Com esta introdução, vamos à pratica de “como” honrar os pais. Como honrar os pais Há duas partes nesta mitzvá: Honre os seus pais (em hebraico, kibud av v 'eim) – que é os mandamentos positivos, o que sim devemos fazer. Venere os seus pais (em hebraico, morah) – que são os mandamentos negativos, ou seja, o que não devemos fazer. A maneira fundamental de honrar os pais é cuidar das suas necessidades, o que inclui, especificamente: Dar comida e bebida a eles, ajudar na preparação da comida e a fazer as compras.
 Ajudá-los a pagar as contas bancárias, ir ao banco, etc. Levá-los para onde precisarem ir, inclusive ao médico. Se possível, é preferível morar próximo dos pais, para melhor atender ás suas necessidades. Realmente, não há limites para esta mitzvá, o Talmud conta que Rabi Tarfon se inclinava para que a sua mãe subisse e descesse da cama. Devemos ligar e visitar os nossos pais frequentemente, de acordo com as suas necessidades e o horário que possuímos. Em geral, devemos ter consideração para entender o facto de que os pais têm uma preocupação natural pelos filhos. Tente mandar um e-mail ou telefonar, nem que seja por um minuto, a cada um ou dois dias.
E, especialmente quando estiver a viajar, avise ­os quando retornar, para que saibam que voltou bem para casa. Se os seus pais estão idosos e enfermos, o filho deve cuidar e organizar tudo para o seu devido cuidado, e, se os pais não podem pagar, o filho deve fazê-lo. E, é claro, não devemos deixar que os pais pensassem que são um peso na sua vida, ou que o facto de ajudá-los seja uma obrigação para si. Como gratificação adicional, quando os seus filhos virem o cuidado que tem para com os seus pais, irá aprender a importância desta mitzvá. Isto é, a vez deles cumprirem a mitzvá com os seus pais. Admiração À honra aos pais vai muito além do que simplesmente fazer “favores”. Um princípio desta mitzvá é admirar os seus pais e considerá-los pessoas eminentes. Como, por exemplo, se por acaso ouvir pessoas a falarem de forma negativa sobre os seus pais, é a sua função falar e defendê-los perante as pessoas á sua volta. Devemos, mais do que isso, fazer um esforço específico para amar os nossos pais, a ponto de acharmos que são os nossos heróis! Mas, como alcançamos isto? A definição da palavra amor é: “o prazer de identificar pessoas com as suas virtudes”. Assim, deve descobrir as qualidades que fazem dos seus pais pessoas extraordinárias, entre as outras.
Quanto mais ciente estiver das suas virtudes, mais irá apreciá-los e honrá-los. Embora algumas vezes não desenvolver este chamado “amor”, a obrigação de honrá-los continua. O Talmud sugere outros caminhos para reforçar a admiração: Se precisar de um favor, como, por exemplo, consertar o silenciador do seu carro, o mais rápido possível, deve pedir ao mecânico para que faça “como um favor aos seus pais”. Mesmo que o mecânico o conserte por si, falar desta forma aumenta a estima pelos seus pais aos olhos dos outros.
 Outra forma de admiração é se levantar quando os seus pais entram no quarto ou na sala. À primeira vista pode parecer estranho para uma sociedade moderna. Mas, imagine, se você estivesse na sala de reuniões e o diretor entrasse. Levantasse para saúdá-lo, o que é uma forma de respeito. Devemos acostumar a tratar os nossos pais da mesma forma, levantado para cumprimentá-los quando chegarem e levá-los até a porta quando saírem. Em geral, um filho deve satisfazer as vontades dos seus pais avidamente, porém há alguns limites: Se os pais pedirem aos filhos para fazer alguma coisa que viola as leis judaicas, o filho deve, respeitosamente, recusar-se. O filho pode discordar do pai quando ele lhe pede para fazer algo doloroso, humilhante e que causará uma grande perda financeira. De forma semelhante, o filho deve recusar-se a fazer algo que seja perigoso ou que não seja saudável para os pais. Há três áreas específicas, devido a sua natureza pessoal intensa, em que o filho não deve respeitar os desejos dos seus pais:
Na escolha de com quem se casará Maximizar o estudo da Torá Se quiserem mudar-se para Israel Temor e Reverência Além da mitzvá de honrar os pais, existe um segundo aspecto de temor e reverência. Os pormenores de como cumprir esta parte da mitzvá depende da sociedade em que vivemos. Mas o princípio básico é que deve haver linhas claras: "Eu sou o pai e você é meu filho. Nós não somos iguais". Alcançamos isto observando algumas diretrizes: Não se sentar na cadeira reservada para o seu pai ou mãe, como, por exemplo, não se sentar no seu lugar na mesa de jantar, e não se sentar na cadeira especial do seu pai (a menos que peça permissão).
Não contradiga nada que seu pai fale, mesmo que esteja obviamente errado. Você deve dizer como se fosse algo que não tivesse certeza: “Se eu não estiver errado, eu vejo de forma diferente”. Você não deve validar as palavras de seu pai quando ele está presente, como dizer “eu acredito no que diz”. (Porém, validar a opinião dos pais quando estes não estão presentes, faz com que você dê honra aos seus pais). Não chame os seus pais pelo seu primeiro nome. Numa situação em que for necessário dizer o nome dos pais, deve adicionar um título ao nome, como: “o meu pai chamasse senhor Joshua Goldberg”.
Não acorde os seus pais quando estiverem a dormir e não faça barulho que possa perturba­ lós. Um filho não deve ver os seus pais nus. Não levante a voz nem fale de forma desrespeitosa ou que humilhe os seus pais. Além disto, bater ou amaldiçoar os seus pais é uma transgressão extremamente séria. Às vezes, podem parecer desconfortável para os pais essas regras de honrar, especialmente quando devem ensinar aos filhos (e reforçar) aos filhos mais jovens. Mas, é importante ter em mente que muito mais do que honrar os pais, estaremos transmitindo aos nossos filhos boas características de carácter, dando-lhes estrutura para os relacionamentos futuros com amigos, colegas, filhos e com D´us.
Honra póstuma A obrigação de honrar os pais ainda permanece depois do seu falecimento. Quando nos referimos a um pai ou mãe que faleceram, devesse acrescentar uma expressão de honra, como no exemplo abaixo: "Meu pai, zichrono Li 'vrachá”, ou seja, de abençoada memória. (Para uma mãe, a primeira palavra é zichroná). "Meu pai, alav ha 'shalom”, que descanse em paz. (Para uma mãe, a primeira palavra é aleh 'há). Se a pessoa for casada e tiver filhos, der o nome dos seus parentes falecidos, como pais, avós e outros parentes são considerados uma honra para com os seus pais. Há também o costume separado de dar nomes dos parentes vivos. Outras formas de honrar os pais postumamente incluem:
Dar tzedaká em seu nome Recitar o Kadish nos primeiros 11 meses depois da morte, e em cada yurtzait (aniversário da morte) Fazer a oração de Yizkor nos feriados judaicos Acender uma vela em seu yurtzait (aniversário de morte) Segurar a Torá no yurtzait.
Aumentar o seu compromisso com a Torá e as Mitzvot é uma grande fonte de mérito para os seus pais, mesmo depois da morte. Os parentes Há também um número de parentes secundários que os filhos também têm a obrigação de honrar: Avós Sogros Padrastos e madrastas Irmãos mais velhos Tios e num caso de reivindicações conflituosas, a honra aos pais vem em primeiro lugar.
E, a obrigação de honrar os parentes não inclui os aspectos descritos em “temor e reverencia”, como não chamar pelo primeiro nome, não se sentar em seu lugar na mesa, etc. E, finalmente, todos os pais têm um desejo profundo de ver a sua família em paz um com o outro. Então, os filhos devem levar em consideração este desejo, e tomar cuidado, evitando brigas com irmãos e outros parentes, para não causar dor aos seus pais. Quando os pais são pessoas difíceis Na realidade os pais não são perfeitos. E muitos deles podem ser objetivamente problemáticos.
Porém, não importa o quão complicado seja o comportamento do pai, o filho deve honrá-lo e respeitá-lo. E esta regra também se aplica quando um pai biológico abandona o seu filho ou se é um pai rude, desagradável ou embaraçoso. O Talmud conta sobre uma mãe que cospe no rosto do seu filho, mas, mesmo assim o filho preserva a sua postura e continua a honrá-la. Ao mesmo tempo, enquanto a honra aos pais é uma tremenda mitzvá, também é preciso ser responsável pelo seu próprio bem-estar.

Não é permitido arriscar a sua saúde emocional ou física por causa dos seus pais. Então, se o filho não consegue lidar com o comportamento dos pais, é permitido que mantenha distância. Porém, a mitzvá ainda existe. Por exemplo, ainda é proibido usar o primeiro nome dos pais ou contradizê-los em público. E deve sempre ter consideração aos pais por terem lhe dado o presente da vida. Com certeza, tudo isto não isenta um pai que seja abusivo. Pelo contrário, os pais não devem ser excessivamente rigorosos com relação a sua honra, e podem até escolher privar-se dela quando apropriado. Os filhos são como joias que os pais possuem e devem, por sua vez, polir e educar. Aqueles que falham no seu dever de construir uma relação afetiva e amorosa com os seus filhos, pagarão um alto preço por esta negligência.

quarta-feira, 23 de março de 2016

PRA QUEM ACHA QUE JESUS NÃO E DIAGNOSTICO VAI ESSE ESTUDO...


Cristo em Nós”: Uma Mensagem Gnóstica de Natal Aquele que beber da minha boca se tornará como eu e eu serei ele”. Essa frase atribuída a Jesus no evangelho gnóstico de São Tomas encontrado no Egito há quase 70 anos é fonte de controvérsia por inspirar uma visão herética de Cristo e da sua missão aqui na Terra: Ele não veio nos “salvar”, mas nos “curar”, isto é, despertar Ele dentro de nós mesmos.
 O historiador e mitólogo Joseph Campbell no livro O Poder do Mito nos oferece uma didática interpretação dessa passagem do Evangelho de São Tomas. “Que blasfêmia”, teria observado um padre na plateia em uma conferência de Campbell. Claro, "somente um deus pode se equiparar a outro deus." Para além da sua figura histórica, como Mito, Jesus Cristo reflete nossas potencialidades espirituais, evocando poderes em nossas próprias vidas. Para Campbell é uma ideia potencialmente revolucionária: além da fé em Cristo suplantar a própria religião institucionalizada, significa, também, superar o nosso próprio ego ao voltarmos à raiz da palavra “religião”: religião, religar, onde a nossa vida isolada é ligada a uma vida una. Nessa entrevista no livro O Poder do Mito, Campbell explica melhor: MOYERS: Naturalmente, o âmago da fé cristã é que Deus está em Cristo e que essas forças elementares, das quais você está falando, encarnaram se em um ser humano, que reconciliou a humanidade com Deus.
CAMPBELL: Sim, e a ideia gnóstica e budista básica é aquela que é verdadeira tanto para você como para mim. Jesus foi uma pessoa histórica que percebeu em si mesmo que ele e o que ele chamou de Pai eram um só, e viveu o conhecimento do estado crítico em sua própria natureza. Lembro-me de certa vez em que estava dando uma conferência, na qual falei sobre viver a partir do sentido do Cristo em nós, e um padre que estava na plateia (como eu soube isso ai prova que zuis nada mais era do que um místico, um gnóstico, Roma fez uma salada e criou o gzuis que existe hoje). V
Irou se para a mulher ao seu lado e sussurrou: “Que blasfêmia!” MOYERS: O que você quer dizer com Cristo em nós? CAMPBELL: Quero dizer que você deve viver de acordo não com o sistema do seu próprio ego, dos seus próprios desejos, mas com aquilo que você poderia chamar senso de humanidade – o Cristo – em você. Há um pensamento hindu que diz: “Ninguém a não ser um deus pode adorar um deus”.
Você deve se identificar de algum modo, com o princípio espiritual, qualquer que seja que seu deus represente para você, a fim de venerá-lo adequadamente e viver de acordo com a palavra dele. MOYERS: Ao se discutir acerca do deus interior, o Cristo interior, a iluminação ou despertar que vem do interior, não há o perigo de nos tornarmos narcisistas, de sermos tomados por uma obsessão pelo próprio ego, o que pode levar a uma visão distorcida de nós mesmos e do mundo?
CAMPBELL: Isso pode acontecer claro. É uma espécie de curto circuito na trajetória. Mas o objetivo é ultrapassar a si mesmo e o conceito que se tem de si mesmo, para atingir aquilo de que não somos senão uma manifestação imperfeita. Ao termo de uma meditação, por exemplo, espera se que você distribua os benefícios advindos dela – quaisquer que sejam – a todos os seres vivos e ao mundo. Tais benefícios não podem ficar apenas para você. Veja, há dois modos de pensar “Eu sou Deus”. Se você pensa: “Aqui, em minha presença física e em meu caráter temporal, eu sou Deus”, então você está louco e provocou um curto circuito na experiência. Você é Deus não em seu ego, mas em seu mais profundo ser, onde você é uno com o transcendente não dual.

A palavra “religião” significa religião, religar. Diz-se que há uma única vida em nós ambos, então minha existência separada foi ligada à vida una religião, religada. Isso está simbolizado nas imagens da religião, que representam aquela união. (CAMPBELL, Joseph. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 1990, p. 229­230). 

quinta-feira, 17 de março de 2016

Pela Fé



Quanto a possível descendência de Jesus Cristo!
O movimento Notzri era particularmente popular entre os Judeus Samaritanos. Enquanto que os Fariseus estavam à espera de um Messias que seria um descendente de David, os Samaritanos queriam um Messias que viesse restaurar o reino norte de Israel.
 Os Samaritanos enfatizavam a sua descendência parcial das tribos de Efraim e Manasses que descendiam do José da Tora. Os Samaritanos consideravam ­se como sendo “Bnei Yossef”, i.e., “filhos de José”, e como acreditavam que Jesus tinha sido o seu Messias, teriam assumido que era um “filho de José”.
A população de língua Grega, que tinha pouco conhecimento de Hebreu e das verdadeiras tradições Judaicas, poderia facilmente ter mal entendido este termo e presumir que José era o nome verdadeiro do pai de Jesus. Esta conjectura é corroborada pelo fato que de acordo com o Evangelho segundo Mateus, o pai de José se chama Jacob, tal como o do José da Tora. Mais tarde, outros Cristãos que seguiam a ideia de que o Messias seria um descendente de David, tentaram seguir o percurso de José até David.
Chegaram a duas genealogias contraditórias para ele, uma registrada no Evangelho segundo Mateus e a outra no Evangelho segundo Lucas. Lembrando sempre que este Jesus é Yeshu, não esse cara que foi criado no novo testamento. JC nunca existiu… é uma lenda!
Toda história desta lenda está baseada justamente nas figuras de Ben Stada e Ben Pandera e também tal lenda é baseada nos mitos pagões, egípcios, hindus, etc., na verdade dentro das fronteiras do império romano do ocidente, que ruiu por causa da megalomania do seu imperador.
Nas yeshivot apreendemos que ele é uma lenda, os árabes são uma lenda, os hindus são uma farsa. Somente no ocidente se dá crédito a essa história, todas as fontes que tentam alegar a sua existência foram consideradas falsas, por historiadores. Ex. escritos de Josefos foram feitos exames grafo­técnicos que comprovam que a letra não é de Josefos. Outro ponto importante é que Filo contemporâneo de Josefos, historiador tão importante como Claudio Souza Josefos, Filo nada escreveu sobre essa carinha.

Isso prova umas discrepâncias, que dois historiadores de renome como Filo e Josefos discordam da existência desta figura e única prova que os cristãos têm? É o pseudoepígrafo chamado novo testamento que de novo não tem nada, como eu disse são passagem deturpada do Talmud e ensinamentos de Hilel.

segunda-feira, 14 de março de 2016

O CONCEITO DE "INFERNO” NO JUDAÍSMO.

O CONCEITO DE "INFERNO” NO JUDAÍSMO.



De acordo com a crença cristã, o Inferno é um local governado por Satanás, o Diabo, e seus habitantes estão sujeitos às punições infligidas num lugar de fogo e enxofre.
O Novo Testamento descreve a natureza deste lugar em diversas ocasiões:

Mateus 8:12
- Mas os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.

Mateus 25:41
- Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.

Apocalipse 14:10-11
– E aquele beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro. E a fumaça do seu tormento sobe para todo o sempre; e não têm descanso nem de dia nem de noite os que adoram a besta e a sua imagem, e aquele que receber o sinal do seu nome.

De acordo com o Novo Testamento, para as almas condenadas a viverem lá, o inferno é um lugar de trevas, fogo, enxofre, e lagos de fogo, onde choro, ranger de dentes e tormento são uma constante.
Opiniões sobre a eternidade do inferno variam entre as denominações cristãs.
Muitos ensinam que o inferno é eterno.
Alguns acreditam que o inferno é apenas temporário, e depois de servir o seu tempo lá, as almas são destruídas.
Outros acreditam que depois passar o seu tempo no inferno as almas estão reconciliados com D’us e admitidas ao céu.
A Igreja Católica Romana vê o inferno não como um lugar, mas um estado de separação de Deus resultado da morte em pecado sem arrependimento e aceitação do Seu amor misericordioso.

A população do inferno é formada pelas almas daqueles que estavam fora da Graça de Deus quando morreram, isto é, pessoas que morreram em pecado e sem arrependimento, incluindo todos os "maus" cristãos e todos aqueles que não professaram o cristianismo, independentemente de como eles se comportaram durante sua vida, assim como Satanás, o Demônio e seus anjos (os demônios).
No “fim dos tempos", as almas e os corpos dos condenados ao inferno se reunirão e permanecerão lá para serem atormentados, mas nunca serão consumidos pelo fogo que é eterno.
Apocalipse 21:8
- Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicadores, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; que é a segunda morte. [Veja também Apocalipse 20:10 acima]

O conceito Judaico de "inferno

O conceito judaico sobre o inferno é bastante diferente do que comumente se acredita ser um beco sem saída - uma conseqüência eternamente dolorosa de uma vida espiritualmente falida. A palavra hebraica "Gehinom" não tem uma tradução exata, mas aproxima-se bastante da palavra "inferno." Gehinon, na verdade, é um processo de restauração e recuperação, não uma condição permanente. A alma que chega ao Gehinom pode ser comparada a uma pessoa que inicia uma terapia, purgando-se da negatividade e preparando-se para enfrentar seu verdadeiro eu.

Como explicou o cabalista do século dezessete, Rabi Naphtali Bacharach: "Gehinom é como uma esponja: suga a negatividade que se impregnou durante a jornada da alma na terra, permitindo que a alma retorne a seu estado original." Portanto, Gehinom é uma estação de aprendizado - um processo por meio do qual uma alma termina por progredir - que possibilita à alma ser uma com sua Fonte.

O que é uma alma? O dicionário a define como "a parte espiritual de um ser humano, sobre a qual se acredita que continue a viver depois da morte do corpo." No judaísmo, a alma é considerada como "um pedaço do Infinito," que, por meio da vida, coleciona experiências, emoções e pensamentos que permanecem em sua memória.

A vida é vivida plenamente quando o corpo e alma estão em harmonia. O judaísmo vê as necessidades básicas como manifestações da alma. Os desejos por um significado, intimidade e conforto não são ignorados ou reprimidos, mas expressos em um contexto veemente e equilibrado. É por este motivo que a Torá, o plano de D'us para a vida, focaliza as ações físicas. Não é um código penal; ao contrário, é uma fórmula para a alma domar as forças do corpo para que cumpram sua missão na terra.

Os seres humanos nascem puros. "Muito boa" - é assim que a Torá descreve a criação da humanidade (Bereshit 1:31). A alma foi, é e sempre será uma propriedade Divina. Embora às vezes possamos obscurecer esta pureza, terminaremos por voltar àquele estado. Com a morte, os elementos físicos do corpo retornam a sua fonte, ao passo que a alma retorna a Sua Fonte. "O pó retornará à terra como era, e o espírito retornará a D'us Que o concedeu" (Cohêlet 12:7). O misticismo judaico explica onde, quando e como ocorre esta reunião.

A harmonia entre corpo e alma durante a vida determina as experiências da alma depois da vida. Se uma alma é equilibrada e realizada, entra num estado de Gan Eden (paraíso), onde a alma é reunida com sua Fonte, destituída de ego, dor e ressentimento. Para as pessoas que estão conectadas a sua alma, a morte não é de forma alguma dolorosa. O Zohar ensina que quando uma alma deixa seu corpo, surge a Shechiná (Presença Divina feminina), e a alma sai em júbilo e amor para saudá-La. Talvez isso explique por que quase todas as pessoas que alegam terem passado por uma experiência de quase-morte vêem uma luz brilhante e descrevem grande felicidade. Se, durante sua estada na terra, a alma tornou-se arraigada e imersa em materialismo, a Shechiná se afasta, e a alma inicia este processo sozinha. Parte deste processo é a percepção de que o corpo tem enganado a alma durante todo o tempo.

"Uma pessoa é medida" - afirma o Talmud - "pela sua própria avaliação." O corpo e a alma estão em um relacionamento e uma pessoa escolhe qual deles guiará as decisões da vida. Por fim, todas as almas passarão por esta reunião, tanto com seus entes queridos, como com a Fonte de onde se originou cada alma.

Bendito seja o Eterno, o D’us de Israel.

terça-feira, 8 de março de 2016

Christian 'Apologética'

 Christian 'Apologética'

Christian 'Apologética' ­ fundamentalmente falho A suposta "prova" da existência de Jesus pode preencher muitas páginas. A indústria de US $ multi­bilhões de religião bastante previsivelmente tem seus defensores lionized da Fé.
 Dois favoritos do Born Again é pastor Lee Strobel ­ Em Defesa de Cristo ­ e Josh McDowell ministro ­ . Evidência que Exige um Veredito Nem finge uma imparcialidade científica. Além de uma "objetividade durão 'auto reivindicado eles fazem um caso declaradamente partidária para sua causa evangelista.
Mas para todos os elogios fulsome acumulado sobre apologistas contemporâneos por um grato Cristo Incorporated a evidência do seu caso cai sob escrutínio. O sofisma e flim flam só enganam os ingênuos e os mal informados ­, mas, em seguida, que é a essência da religião. Enganando o Unsophisticated por Trickery Os apologistas tem nenhuma loja de artefatos de Jesus desconhecidos, sem cache de memórias secretas de Jesus ­ embora eles tenham aliados astutos na indústria da relíquia ­fabricada ação, então isso pode mudar! Pelo contrário, a sua tenda de circo é preenchido com nada mais substancial do que subterfúgios e lógica suspeito. O que une tudo é que universal super­cola ­ Faith.
 O desfile de flim flam e knockabout palhaçada seria um motivo de alegria e riso, não fosse o pensamento preocupante que isso é como "racional" como alguns cristãos se. Que Deus nos ajude se fosse sempre a assumir o governo. No prelúdio para a Idade das Trevas os originais apologistas cristãos engajados em um debate semelhante pseudo­racional com os filósofos gregos, que a princípio ignorado os cristãos e, posteriormente, satirizávamos como tolos. Mas, dentro de três gerações, o fanático de Cristo tomou sobre o Império Romano e o riso parou. 1 A "Bíblia diz isso" Argumento Acredite ou não, em uma partida de cair o queixo de raciocínio lógico, 'fonte principal de "prova" da existência de seu herói de contos de fadas dos apologistas é o próprio livro de histórias. A Bíblia é dada o privilégio de confirmar a sua verdade.
 Na linguagem do engano religioso, a Bíblia é tida como "único" e "historicamente confiável". É verdade, porque diz que é verdade . Handy, que. (Tão útil, de fato, que Muhammad usou a mesma "lógica" no Corão). Isso pode ser justificado chicana remotamente porque escritura dá cronologias precisas e descrições verificáveis de pessoas, lugares e eventos? De modo nenhum. Como qualquer livro de ficção a Bíblia define uma série de eventos (improvável), uma infinidade de nomes, e uma massa de detalhes incidental, mas inatingível, em um mais ou menos cenário histórico conhecido.
Roman Judéia era bastante real. Primeiro século Jerusalém certamente existiu (você pode visitar as ruínas). Mas qualquer obra de ficção histórica faz referência ao mundo real. A novela não deixa de ser ficção, não importa como "crível" se torna. A questão é, se um carpinteiro santo caminhar sobre as águas, ressuscitar os mortos e se ressuscitado e levado para o céu? Com todo o compêndio de meias verdades bíblico, fantasia e história ilegíveis definidos como "evidência histórica", um grande número de "testemunhas" do super-herói Jesus pode ser reunido. Outros personagens da fábula dar testemunho para a existência do carpinteiro santo. Isto é um pouco como 'prova' da existência de Batman, citando as palavras de Robin o Menino Prodígio. O nascimento divino? Temos de Lucas testemunho dos pastores e dos anjos (Lucas 2 ).  
Não importa que Lucas está escrevendo, pelo menos, 60 anos após o suposto nascimento do homem deus (na realidade, mais como um século), ele se adianta como testemunha de Verbatim diálogo noturna em um campo de ovelhas. Jesus transformar água em vinho? Por que, aqui temos o apóstolo João como a nossa chave (na verdade, apenas) testemunha, escrevendo ainda mais após o evento do que colega narrador Lucas (João 2 ). Na melhor das hipóteses, John, como Lucas, está repetindo boatos e fazê-lo de uma vida após a suposta incidente. E, assim que nós temos que garantir para Grand finale do messias, a ressurreição? Evidência do «Cristo ressuscitado" vem de Paul testemunho 's de "500" testemunhas não identificadas, observações pelos 12 apóstolos e o próprio (1 Coríntios 15). Matthew vez tem dois pés adorando mulheres e 11 discípulos em uma montanha. Mark antecipa três mulheres (Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé), 2 caminhantes e os 11 com o almoço (Marcos 16).
E, finalmente, John também cita Maria Madalena e os discípulos, com menção especial do incrédulo Tomé (João 20). A crença central de todo o edifício malévolo do cristianismo ­ o Salvador ressuscitado ­ repousa sobre mal 500 palavras escritas em um livro antigo, desarticulada e completamente desacreditada. Talvez por este ponto, o pressuposto é que todo o pensamento crítico teria cessado e outro acólito está sobre os seus joelhos em penitência por ter duvidado da verdade revelada. 2 A "crença dos outros é Evidence" Argumento Tendo mobilizados personagens recortadas da própria história como "testemunhas", a lógica suspeito continua trazendo em "testemunhas" como adicionais as fileiras cerradas dos irmãos ­ bem, alguns indivíduos isolados, na verdade. Os primeiros cristãos estão se apresentavam como "evidência".
Assim, as crenças registradas dos Pais da Igreja, como Inácio, bispo de Antioquia (50­115?), tornam-se o eixo central de reivindicação do catolicismo romano para o domínio mundial. Em um conto impressionante divertido de martírio e de turismo de celebridades, o astro episcopal fica condenado à feras pelo vil imperador Trajano (na verdade, uma régua famosa benigno ). Somos convidados a crer que, num momento em que todos os recursos de Roma estavam sendo montado para uma guerra contra a Partia, o imperador evitou a arena local perfeitamente utilizável para a execução de Inácio e, ao invés, atribuído uma tropa de guardas para perambular seu cativo o longo caminho volta do Império do Oriente e de volta a Roma.
A jornada prolongada proporcionada Inácio a oportunidade de conhecer e cumprimentar pessoas ilustres cristãos a cada passo do caminho. Ao longo da viagem, Inácio (que é muito insistente sobre o seu próprio martírio) escreve 15 cartas de uma natureza verdadeiramente milagrosas. Elas são dirigidas a esses diversos notários como a Virgem Maria e um bispo nem nascido na época da morte de Inácio! A importância das letras é não veracidade histórica, mas o dogma católico. Inácio está ligado no bocal de 4 Ortodoxia século, datado em um segundo proselitismo século fantasia. O bispo obrigando adverte os irmãos de todos os tipos de "heresias" e insta rígida obediência de seus bispos. Na fábula em que ele é feito bispo pelos apóstolos próprios e, em seguida, se instrui bispo Policarpo de Esmirna (falecido em 166?), Inácio é feito o "elo perdido" entre o concurso palestino e a realidade da autoridade episcopal católica.
O primeiro clérigo romano para identificar-se como bispo ­ Aniceto (156­166) ­ o fez em correspondência com Policarpo. Da mesma forma, Flavius Clements (? 150­216) bispo de Alexandria, Justin (um "mártir" tal meritória, tornasse parte de seu nome), e gaulesa bispo Irineu são citados de forma seletiva, como se suas crenças tinham alguma qualidade especial em provar a vida e morte de alguém um século ou mais antes de seu próprio tempo. Simplificando, evidência de crença não é evidência da realidade ­ e se essa linha de argumentação tinha qualquer validade seria melhor validar os 3000 anos ou mais de deidades egípcias e indianas, e os quase tão longa duração Deuses da Grécia e norte da Europa! O engano é continuado até os dias atuais, com o testemunho de "crentes especialistas", apresentados como evidência para uma godman cuja existência foi questionada, mesmo no século 2. O testemunho de especialistas igualmente não ­believers, é claro, não é iminente. ­

sexta-feira, 4 de março de 2016

Jesus ­ O Messias que não cumpriu nenhuma profecia

Jesus ­ O Messias que não cumpriu nenhuma profecia
Existem qualificativos claríssimos no Velho Testamento que devem ser preenchidos para que alguém seja aceito como messias. São as ditas profecias messiânicas. Estas profecias somente são válidas quando proferidas pelos profetas. Detalhe importantíssimo: tudo será realizado com o messias VIVO, afinal, não há nada no AT que indique que o messias teria que morrer e voltar para tudo isso acontecer!
Vamos a elas:
Ezequiel 37.26­28:
Concluirei com eles uma aliança de paz, um tratado eterno. Eu os plantarei e multiplicá-los-ei.
Estabelecerei para sempre o meu santuário entre eles. Minha residência será no meio deles.
Eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. E as nações saberão que sou eu, o Senhor, quem santifica Israel, quando o meu santuário se achar constituído para sempre no meio do (meu) povo.
A profecia é claríssima: haverá uma época em que o templo será reedificado e ele durará para sempre entre os Israelitas. Não fala nada sobre templos "espirituais", "invisíveis", "etéreos", "virtuais", etc. Será um templo físico.
Jesus cumpriu?
NÃO! Os cristãos distorcem essa profecia para que ela possa encaixar em Jesus e creditam este templo a um templo espiritual que existe no céu ou no interior de quem crê. Jesus não construiu templo nenhum e nem poderia. Quando ele apareceu, o templo estava de pé. E outra: a profecia claramente fala que o templo estará no meio do povo de Deus (os israelitas, ou seja, em Jerusalém). E mais: Jerusalém possui um templo Islâmico ao invés de um templo Judeu.
Isaías 43.5­6:
Fica tranquilo, pois estou contigo, do oriente trarei tua raça, e do ocidente eu te reunirei.
Devolve-os! Direi ao setentrião e ao meio-dia: Não os retenhas! Traze meus filhos das longínquas paragens, e minhas filhas dos confins da terra.
Esta passagem enfoca o retorno dos Judeus (tua raça, a raça de Israel) à terra prometida. O messias, o ungido (Jesus foi ungido? A unção só poderá ser feita por um sacerdote, com óleo de unção e não uma molhadinha de água na cabeça ou banho num laguinho...), ao aparecer, reunirá todos os descendentes de Israel que se espalharam pelo mundo.
Jesus cumpriu?
NÃO! O templo não está reerguido e os judeus estão espalhados pelo mundo.
Isaías 2.4
Ele será o juiz das nações, o governador de muitos povos. De suas espadas forjarão relhas de arados, e de suas lanças, foices. Uma nação não levantará a espada contra outra, e não se arrastarão mais para a guerra.
No tempo do messias, ele conseguirá também unir todas as nações. Não haverá mais guerras e o mundo viverá em paz.
Jesus cumpriu?
NÃO! O mundo, depois de sua "dita" vinda, sempre esteve em guerra.
Zacharias 14.9
O Senhor reinará sobre toda a terra. Naquele dia o Senhor será o único Deus e só o seu nome será invocado.
Essa passagem dispensa maiores comentários.
Isso se cumpriu?
NÃO! Deus não é reconhecido como único Deus da humanidade. Existem diversas religiões
Espalhadas pelo mundo, cada qual com seu culto, ainda bem!
Ezequiel 36. 28­30
Habitareis a terra de que fiz presente a vossos pais; será meu povo, e serei vosso Deus.
Purificar-vos-ei de todas as vossas imundícies. Farei vir o trigo, farei com que seja produzido em abundância e isentar-vos-ei da fome. Farei abundar os frutos das árvores e a colheita dos campos, a fim de que não tenhais mais de sofrer entre as nações a vergonha da fome.
Após o retorno do messias, o templo erguido e o povo reunido, Deus acabaria com a fome no mundo.
Jesus cumpriu?
NÃO! Há milhares de pessoas passando fome no mundo.
Ezequiel 39.9­10
De todas as cidades de Israel sairão cidadãos para acender um fogo onde hão de queimar as armas: capacetes, escudos, arcos, flechas, lanças, dardos, dos quais se fará uma fogueira durante sete anos. Não mais irá aos campos amontoar lenha, não mais hão de fazer derrubada na floresta, porque com as armas é que se farão fogueiras. Pilharão os saqueadores, destruirão os destruidores ­ oráculo do Senhor Javé.
A profecia diz que todas as armas do mundo serão destruídas para nunca mais serem usadas.
Jesus cumpriu?
NÃO! Obviamente, se ainda há guerras, ainda há armas.
Isaías 25.8 e fará desaparecer a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e tirará de toda a terra o opróbrio que pesa sobre o seu povo, porque o Senhor o disse.
Após a vinda do Messias, não haverá mais mortes.
Jesus cumpriu?
NÃO! As pessoas continuam morrendo de fome, doenças, assassinatos, velhice, etc...
Daniel 7.13­14
Olhando sempre a visão noturna, vi um ser, semelhante ao filho do homem, vir sobre as nuvens do céu: dirigiu-se para o lado do ancião, diante de quem foi conduzido. A ele foram dados império, glória e realeza, e todos os povos, todas as nações e os povos de todas as línguas serviram-no. Seu domínio será eterno; nunca cessará e o seu reino jamais será destruído.
A dinastia de Davi seria reestabelecida e jamais cessaria.
Jesus cumpriu?
NÃO! Como poderia cumprir se Jesus não teve filhos e não estabeleceu reinado algum?
Isaías 11.1­10
Um renovo sairá do tronco de Jessé, e um rebento brotará de suas raízes. Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento, Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor ao Senhor. (Sua alegria se encontrará no temor ao Senhor.) Ele não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouvir dizer;, mas julgará os fracos com equidade, fará justiça aos pobres da terra, ferirá o homem impetuoso com uma sentença de sua boca, e com o sopro dos seus lábios fará morrer o ímpio. A justiça será como o cinto de seus rins, e a lealdade circundará seus flancos. Então o lobo será hóspede do cordeiro, a pantera se deitará ao pé do cabrito, o touro e o leão comerão juntos, e um menino pequeno os conduzirá; a vaca e o urso se fraternizarão, suas crias repousarão juntas, e o leão comerá palha com o boi. A criança de peito brincará junto à toca da víbora, e o menino desmamado meterá a mão na caverna da áspide.
Não se fará mal nem dano em todo o meu santo monte, porque a terra estará cheia de ciência do Senhor, assim como as águas recobrem o fundo do mar. Naquele tempo, o rebento de Jessé, posto como estandarte para os povos, será procurado pelas nações e gloriosa será a sua morada.
Jeremias 23.5
Dias virão ­ oráculo do Senhor ­ em que farei brotar de Davi um rebento justo que será rei e governará com sabedoria e exercerá na terra o direito e a equidade.
Ezequiel 34.23­24
Para pastoreá-las suscitarei um só pastor, meu servo Davi. Será ele quem as conduzirá à pastagem e lhes servirá de pastor. Eu, o Senhor, serei seu Deus, enquanto o meu servo Davi será um príncipe no meio delas. Sou eu, o Senhor, que o declaro.
Ezequiel 37.24
Meu servo Davi será o seu rei; não terão todos senão um só pastor; obedecerá aos meus mandamentos, observarão as minhas leis e as porão em prática.
Jeremias 33.14­16
Eis que outros dias virão. E nesses dias e nesses tempos farei nascer de Davi um rebento justo que exercerá o direito e a equidade na terra. Naqueles dias e naqueles tempos viverá
Jerusalém em segurança e será chamada Javé nossa justiça. Porque diz o Senhor: Não faltará jamais a Davi um sucessor para ocupar o trono da Casa de Israel.
séias 3.4­5
Porque, por muitos dias, os filhos de Israel ficarão sem rei e sem chefe, sem sacrifício nem monumento, sem efod e ter afim. Depois disso os filhos de Israel voltarão a buscar o Senhor, seu Deus, e Davi, seu rei; recorrerão comovidos ao Senhor a sua bondade no final dos tempos.
Esta é a profecia não cumprida que eu mais gosto. Todas essas passagens dizem a mesma coisa: o messias virá da linhagem de Davi, ou seja, será descendente direto dele.
Jesus cumpriu?
NÃO! Infelizmente para os cristãos, a ancestralidade de JC não pode ser traçada, afinal, ele não era filho legítimo de José. JC é apenas filho de Maria. Além disso, temos outro problema:
Maria era levita, conforme consta nas passagens em que a relaciona parental mente com.
Isabel, filha de um sacerdote e, portanto, descendente de Aarão (Lc 1.5, 1.8, 1.9, 1.36). Qual o problema em ser levita? Ora... Os levitas eram o povo escolhido por Deus para o sacerdócio e era uma lei perpétua (Ex 29.9). Os levitas não poderiam se casar com outros povos, somente entre eles, visto que o sacerdócio era apenas para este povo. Então, como
Maria poderia se casar com José que era da linhagem de Davi? Ho, ho, ho .. há algo de podre no ar ...
II Samuel 7.12­17
Quando chegar o fim de teus dias e repousares com os teus pais, então suscitarei depois de ti a tua posteridade, aquele que sairá de tuas entranhas, e firmarei o seu reino. Ele me construirá um templo, e firmarei para sempre o seu trono real. Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. Se ele cometer alguma falta, castigá­lo­ei com vara de homens, e com açoites de homens, mas não lhe tirarei a minha graça, como a retirei de Saul, a quem afastei de ti. Tua casa e teu reino estão estabelecidos para sempre diante de mim, e o teu trono está firme para sempre. Natã comunicou a Davi todas as palavras dessa revelação.
I Crônicas 22.9­10
Eis: Nascer-te-á um filho que há de ser um homem pacífico; assegurar-lhe-ei a tranquilidade com todos os seus inimigos ao redor. Seu nome será Salomão. E, durante seu tempo, darei paz e calma a Israel. Ele me edificará um templo; será para mim um filho; eu serei para ele um pai, e firmarei para sempre o trono de sua realeza sobre Israel.
Estas foram às revelações de Deus a Natã para que fosse transmitido ao Rei Davi. Muito parecida com as profecias sobre a linhagem Dravídica, esta profecia mostra que a linhagem real viria apenas do filho Salomão.
Jesus cumpriu?
NÃO! Além de não ser filho de José, em Lc 3.31, mostra que Jesus teria vindo da linhagem de Natã, outro filho de Davi (filho de Meléia, filho de Mena, filho de Matata, filho de Natã, filho de Davi,) Estas são as principais profecias não cumpridas por JC. Existem muitas mais como a que diz que o mundo seria vegetariano, todos os mortos ressucitariam, o retorno das doze tribos de Israel, etc.
Aliás, Jesus cumpriu apenas UMA profecia. A que o messias adentraria em Jerusalém montado num burro mas, convenhamos, essa até eu faço não é?

Cada um acredita no que quiser. Também se é enganado somente se quiser. Esta é a religião dita "verdadeira". Um amontoado de profecias não cumpridas de um falso messias.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Citação de Jesus



Supostas citações a Jesus = Yeshua no Cuzarí Não existe nenhuma menção a Jesus ou a Yeshua como o chama a igreja messiânica no Cuzarí, quem é mencionado no livro é Yeshu.
 Aqui estão as 2 citações do livro que estão sendo usadas pelos missionários cristãos.
1) ספר הכוזרי מאמר שלישי סה. אֲבָל הַצְּדוֹקִים וְהַבַּיְתוֹסִים הֵם הַמִּינִים שֶׁאָנוּ מִתְפַּלְּלִים עֲלֵיהֶם בִּתְפִלָּתֵנוּ, וְאָמְנָם יֵשׁוּ וַחֲבֵרָיו הֵם הַמְשֻׁעְמָדִים הַנִּכְנָסִים בְּתוֹרַת הַמַּעְמוּדִית הַטְּבוּלִים בַּיַּרְדֵּן.
Livro Cuzarí terceiro diálogo, 65. “Mas os Seduceus e os Baktiusseus são os Minim que rezamos sobre eles em nossas orações, e de fato Yeshu e seus companheiros se batizavam e entraram na instrução da coluna e se banhavam ritualmente no Jordão.”
A expressão Torat Hamaamudit, literalmente instrução da coluna, significa uma divergência em relação à Torá uma dissidência do judaísmo.
 2) ספר הכוזרי מאמר רביעי כב. כִּי הַנּוֹצְרִים אֵינָם מִתְפָּאֲרִים בִּמְלָכִים וְלֹא בְגִבּוֹרִים וְלֹא בַעֲשִׁירִים, אֲבָל בָּאֲנָשִׁים הָהֵם שֶׁהָלְכוּ אַחֲרֵי יֵשׁוּ כָּל הַיָּמִים הָאֲרֻכִּים אֲשֶׁר לֹא נִקְבְּעָה בָהֶם דָּתוֹ, וְהָיוּ הָאֲנָשִׁים הָהֵם גּוֹלִים וְנֶחְבָּאִים וְנֶהֱרָגִים בְּכָל מָקוֹם שֶׁנִּמְצְאוּ, וְסָבְלוּ עַל חִזּוּק אֱמוּנָתָם עִנְיָנִים מֻפְלָאִים מִן הַבּוּז וְהַהֶרֶג, וְהֵם אֲשֶׁר בָּהֶם מִתְבָּרְכִים וּמְכַבְּדִים מְקוֹמוֹתָם וּמְקוֹמוֹת הֲרִיגָתָם וּבוֹנִים בָּמוֹת עַל שְׁמוֹתָם.
Livro Cuzarí quarto diálogo, 22. “Pois os nazarenos não se gabam de reis, e nem homens poderosos, e nem de ricos, mas daqueles que seguiam a Yeshu todos os muitos dias em que não se fixou a sobre eles a crença dele, e esses homens foram exilados, perseguidos e mortos por todos os lugares em que se encontravam, e mantiveram sua crença forte em assuntos maravilhosos mesmo no desprezo e na matança, e esses são aqueles em que eles (os nazarenos) veneram e respeitam seus lugares e locais de suas mortes e constroem palcos no nome deles (dos mortos)”.
Como é facilmente verificado, bastando se saber ler hebraico, a pessoa citada é Yeshu e não Yeshua e nem mesmo se parecem os comportamentos dos Nazarenos citados com os cristãos e seu MITO Jesus = Yeshua.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

A Bíblia Condena Imagens?



 É comum vermos diversas pessoas protestantes condenando algumas religiões que fazem uso de imagens.
Dizem que Deus proíbe o uso delas, pois seriam ídolos. 
 Porém este mesmo grupo diz que a Bíblia condena se fazer imagens para serem utilizadas como objetos de culto, e para reforçar tal idéia citam os seguintes versículos: "Não farás para ti imagem esculpida de nada que se assemelhe ao que existe lá em cima nos céus, ou embaixo na terra, ou nas águas que estão debaixo da terra. Não te prostrarás diante desses deuses e não os servirás, porque eu,yhwh teu Deus, sou um Deus ciumento..." (Ex.20:4-5).
"O nosso Deus está no céu e faz tudo o que deseja. Os ídolos deles são prata e ouro, obra de mãos humanas: têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos, mas não ouvem; têm nariz, mas não cheiram; têm mãos, mas não tocam; têm pés, mas não andam; não há um murmúrio em sua garganta.
Os que os fazem ficam como eles, todos aqueles que neles confiam" (Sl.115:3-8). Réplica do bezerro de ouro bíblico "Quando se aproximou do acampamento e viu o bezerro e as danças, Moisés acendeu-se de ira; lançou das mãos as tábuas e quebrou-as no sopé da montanha.
Pegou o bezerro que haviam feito, queimo-o e tirou-o até reduzi-lo a pó miúdo, que espalhou na água e fez os israelitas beberem" (Ex.32:19-20). Êxodo 20
1 E Deus falou todas estas palavras:
2 "Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te tirou do Egito, da terra da escravidão.
3 "Não terás outros deuses além de mim.
4 "Não farás para ti nenhum ídolo, ne­nhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. 5 Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor,o teu Deus, sou Deus zelo­so, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, Deuteronômio 7.26 Não levem nenhum ídolo para dentro de suas casas, pois a maldição que está sobre o ídolo estará também sobre vocês.
Detestem e odeiem com todo o coração os ídolos, pois o ídolo é uma coisa amaldiçoadas Que aproveitará a imagem de escultura, que esculpiu o seu artífice? A imagem de fundição, que ensina a mentira, para que o artífice confie na obra, fazendo ídolos mudos?
Ai daquele que diz ao pau: Acorda! e à pedra muda: desperta! pode isto ensinar? Eis que está coberto de ouro e de prata, mas no meio dele não há espírito algum. ( Habacuc cap 2 ver 18 e 19 ) Carregar as imagens de esculturas o que a bíblia diz?
 Esses que carregam suas imagens de madeira são ignorantes: dirigem suas preces a um deus que não é capaz de salvar. ( Isaías cap 45 ver 20 ) Uma imagem de escultura têm poder pra ajudar alguém?
 Pois cortam do bosque um madeiro obra das mãos do artífice, com machado. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam para que não se mova. Mas não podem falar; necessitam de quem os leve porquanto não podem andar.
Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tampouco têm poder de fazer o bem. Todo o homem se embruteceu e não tem ciência; envergonha- se todo o fundidor da sua imagem de escultura; porque a sua imagem fundida mentira é, e não há espírito nelas. ( Jeremias cap 10 ver 3 ao 5 e 14 O que Deus fala das imagens de esculturas?
Eu sou o Senhor: este é o meu nome. a minha glória pois a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura. ( Isaías cap 42 ver 8 ) Quais são as qualidades de uma imagem?
Os ídolos deles são de prata e ouro, obras de mãos humanas: Têm boca mais não falam, têm olhos e não vêem; têm ouvidos e não ouvem, têm nariz e não cheiram; têm mãos e não a tocam; têm pés e não andam, sua garganta não tem voz.
Aqueles que os fazem ficam como eles, todos aqueles que neles confiam! ( Salmos 115. 4 ao 8 ) A bíblia fala se é bom ter imagens e adorar as mesmas? Maldito seja quem faz um ídolo esculpido ou derretido, abominação para o Senhor, obra de artesão, e o guardar em um lugar escondido, e todo o povo responderá amém. ( Deuteronômio cap 27 ver 15 ) Não faça para você ídolos, nenhuma representação daquilo que existe no céu e na terra, ou nas água que estão debaixo da terra. ( Êxodo cap 20 ver 4 ) Os idólatra terão parte do reino de Deus?
 Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus ?
Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados,nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. Os israelitas estavam chegando a um ponto tão culminante, a ponto de não querer ver Deus, que começaram a adorar ídolos.
 O pecado estava tão presente no povo que eles queriam achar alguma coisa para adorar, e chegaram até o ponto de dizer a madeira: "Tu és o meu pai; e a pedra: Tu me geraste" (Jeremias 2:27).
O Senhor ficou tão bravo com os pecados do povo que disse: "Ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante de mim, meu coração não se inclinaria para este povo; lança-os diante de mim, e saiam" (Jeremias 15:1).
 As pessoas hoje em dia não são muito diferentes.
Os ídolos estão em qualquer lugar (podemos até comprá-los, que ironia). As pessoas idolatram imagens de barro feito por mão humanas. Pessoas põem um pensamento na cabeça de que têm que adorar alguma coisa, como os israelitas estavam fazendo, a ponto de não querer ver Deus, sabendo que rumo vão tomar.
 (Os israelitas sabiam que Deus iria os castigar, mas não voltaram atrás).
No livro de Jeremias podemos ver como é feito um ídolo e o que ele pode fazer: "…cortam do bosque um madeiro, obras das mãos do artífice, com machado; com prata e ouro o enfeitam, com pregos e martelos o fixam, para que não oscile.
 Os ídolos são como um espantalho em pepinal e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar.
 Não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, e não está neles o fazer o bem" (Jeremias 10:3-5).
 Os ídolos não passam de uma produção humana. Podemos até descrever as etapas de como são feitos e, no final, não falam e nem andam .
As pessoas não usam do pouco conhecimento que têm para adorar quem deu a vida a elas. Vemos aqui a soberania de Deus. Deus é diferente, verdadeiro, vivo, eterno; foi ele que fez tudo.
Veja: "O SENHOR fez a terra pelo seu poder; estabeleceu o mundo por sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus. Fazendo ele ribombar o trovão, logo há tumulto de águas no céu, e sobem os vapores das extremidades da terra; ele cria os relâmpagos para a chuva, e dos seus depósitos faz sair o vento" (Jeremias 10:12-13).
Temos algum motivo para adorar aquele que não fala e não anda? Seremos consumidos "pela espada, pela fome e pela peste"? "Se tu te arrependeres, eu te farei voltar e estarás diante de mim".
 
 
ADORAR JESUS É IDOLATRIA .